domingo, 21 de março de 2010

If lucy fell


Os If lucy fell são uma banda de rock portuguesa muito boa se não acretitam vejam.
MySpace

Valencia aqui vou eu

boas meus feis leitore(a)s não andei por aqui nos ultmos dias e agora vou ate Valencia ate seixta mas como não podia de deixar hoje tenho mais uma banda tuga para vos e no prosimo domingo tambem ca estarei para mais uma banda

terça-feira, 16 de março de 2010

Fds que esta merda doi como o caralh*

Hoje mal posso andar porque um palhaço(ate é bom rapaz, mas não escapa XD) me deu uma casetada no treino de futsal e agora tou eu aqui cheio de dores se alguem quiser dar uma ajudinha é bem-vinda.
Prontos hoje é todo ja podem ir dormir...
Ja agora dormam bem e não sonhem comigo

domingo, 14 de março de 2010

Anaquim


A banda portuguesa que vos trago hoje são os anaquim ficem com um pequeno texto escrito por JP Simões sobre eles:

"Por alturas da pré-produção do programa Quilómetro Zero, depois de ouvirmos cerca de 12 mil páginas do Myspace com música portuguesa e outras coisas mais obscenas de carácter onanista, o projecto Anaquim foi o nosso primeiro consenso editorial. “Na Minha Rua” e “Pobre Velho Louco”, que agora se juntam a mais 14 canções neste primeiro longa duração, tinham a clareza, o humor bem temperado e aquela capacidade de alegre contágio que define o que a música popular aspira a ser: um bálsamo para a aspereza do quotidiano.

José Rebola, o compositor e letrista deste “As Vidas dos Outros”, desmultiplica-se deveras em mil personagens de um bairro imaginário e familiar onde se passa de criança para adulto depressa demais, tentando teimosamente guardar as histórias, os cenários e as personagens que parecem desaparecer juntamente com todas as nossas ternas e frágeis fantasias de infância.

É na primeira pessoa que Rebola canta as vidas dos outros, vidas onde falta sempre qualquer coisa, como em todas, e entre a decepção e o desamor a tónica dominante é a que tem acompanhado desde sempre trovadores e rock’n’rollers: a recusa em engrossar a multidão de vidas estereotipadas só porque é suposto já termos idade para ter juizinho, a vontade de adiar o compromisso e a resignação enquanto não nos sentirmos bem resolvidos connosco, a mágoa romântica que se protege desdenhando do amor que tanto anseia, em suma, o relato da eterna luta entre as nossas razões privadas e as vidas dos outros, esse lugar sempre estranho a que chamamos humanidade.

Em todas as canções, escritas com clareza e generosidade, Rebola consegue colocar sempre um dilema moral em destaque (“As Vidas dos Outros”, “Lídia” ou “Horas Vagas”), contar uma história em modo de lenda popular (“Vampiros”) ou pintar com detalhe e cor um quadro de quotidiano (“Na Minha Rua” ou o divertido e folclórico dueto com Ana Bacalhau, do grupo Deolinda, “O Meu Coração”): musicalmente, o clima é de festa, de celebração, entre New Orleans, os Balcãs e a Feira Popular, com rigor instrumental e imaginação, energia e empenho. “As Vidas dos Outros”, revela-nos um talentoso músico, compositor e letrista, acompanhado de excelentes instrumentistas e de uma atitude lúdica e divertida, pois, como disse José Rebola, a música deve ser também entretenimento e folia, sugerindo que a melhor forma de enfrentar os nossos medos e monstros é fazendo-os dançar."

Como semper aqui fica o Myspace dos Anaquim
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Ja sabem para ver as bandas apresentadas ate hoje é so carregar na tag de novas bandas

sexta-feira, 12 de março de 2010

Obrigado a todos

ola...
eu queria vos agradeser a todos vos mas não tenho muito geito para fazer isso pessoalmente e tambem não falo assim tanto com a maior parte vossa, esta foi a forma maus facil que encontri para vos agradeser.
Obrigado:
Carina
Lucia
Tod
Tiagão
Vilas
Duarte
Miguel
Jomy
Dany
Valter
Leo
Ana rita
Angela
Marta
Pedro
João
Diogo
Mais uma vez obrigado a todos, não sei mais que vos dizer, sois vons amigos

quinta-feira, 11 de março de 2010

A estirpe

A estripe é o primeiro livro de um triologia escrita por Chuck Hogan, Guillermo del Toro, o livro esta brutal mesmo eu ainda vou na pagina 300 e tal mas tou adorar fica ai um texto que encontri num blog e pedi emprestado que fala sobre o livro

Quando, após uma aterragem aparentemente normal, um avião fica parado na pista do aeroporto sem qualquer acção da parte de passageiros e tripulação no sentido de deixar o aparelho, surgem as suspeitas de que algo de errado se passa. E quando Ephraim Goodweather, o famoso epidemiologista, é chamado, a descoberta é macabra: os passageiros do avião estão mortos e a causa é completamente desconhecida. Um vírus? Uma acção terrorista? À medida que o enredo se desenvolve, as revelações apontam para uma situação bem mais complexa. E a epidemia dos vampiros ameaça propagar-se até à extinção da espécie humana.
Primeiro livro do que pretende ser uma trilogia, A Estirpe é uma obra, acima de tudo, cativante. A forma fluída e precisa, quase cinematográfica com que os autores nos apresentam os acontecimentos, alternando os pontos de vista de diferentes personagens, tornam este livro num vício quase desde a primeira página. Junte-se-lhe a originalidade e a vertente científica do seu conteúdo e obtém-se um livro irresistível. Para começar, temos vampiros muito diferentes dos mais conhecidos até ao momento, bem distintos das figuras de capa preta e caninos afiados. Além disso, os autores misturam na perfeição os elementos de ciência e da mitologia vampírica, a luz ultravioleta e a luz solar, as alterações sanguíneas e orgânicas e o caixão onde repousará um dos principais intervenientes.
Depois temos personagens que, apesar da sua contextualização actual, não deixam de nos fazer lembrar os clássicos caçadores de vampiros. Abraham Setrakian, um velho sobrevivente de um campo de concentração, tomou como luta a destruição da espécie vampírica, e o próprio Ephraim Goodweather, apesar dos seus dilemas morais e emocionais, embarca também nessa difícil missão, questionando o seu estatuto de médico e, muitas vezes, a sua própria sanidade.
Um livro envolvente, com um escrita magnífica, bem estruturado e com todos os elementos para chamar a atenção do leitor, desde uma personagem com que se identificar à clássica personagem que, em maior ou menor grau, dificulta a situação. Num 2009 cheio de boas leituras, este terá sido, para mim e até esta data, um dos melhores. Absolutamente recomendado.

terça-feira, 9 de março de 2010