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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O capuchinho vermelho e o lobo mau

Todos conhecem a historia do capuchinho vermelho e o lobo mau, mas poucos comecem a verdadeira historia do capuchinho que não é nada aconselhável para crianças, se tiverem a paciência e tempo para procurar ela esta aqui no blog. Mas não é dessas historias que eu quero falar, é outra historia!

Na verdade eu quero falar do Natal, sim eu sei que já passou mas eu reparei uma  coisa. O Natal é suposto ser tempo de estar com a família, mas eu reparei que a Internet se encontrava cheia de pessoas durante a noite. Sim eu era uma delas, mas eu tinha mesmo que vir por motivos pessoais, e as outras pessoas qual é a desculpa delas? Claro que também há aquelas que não celebram o Natal. Mas o que eu acho é que as pessoas cada vez estão mais viciadas na Internet e redes sociais e esquecem-se da importaria do contacto físico, do ver o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios! Porque não passam um dia sem vir a Internet e vão passear, conhecer pessoas novas, fazer loucuras, viver novamente, enquanto ainda da!

PS: o lobo mau quer voltar a comer o capuchinho!

PSS: Sim, eu sei que as milhas palavras inspiram milhares em todo mundo.

PSSS: Eu sei que é mentira, só estava a brincar, o mais provável é que ninguém vai ler isto ate ao fim, o que é uma pena!

PSSSS: Este foi só para irritar

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O diário de um assassino: Sexta-feira 23 de Setembro de 2011

Olá o meu nome é Charles Bundy vivo em Nova York e reparei como as pessoas gostaram de saber o meu terrível segredo, é engraçado como nos humanos adoramos as desgraças dos outros não é?
Na semana passado quando me despedi de todos vos pessoas adoráveis, sai de casa e caminhei ate a ponte mais próxima de casa. Durante todo o caminho pensei como ia ser fácil acabar com esta dor que sinto dentro de mim. Ia me matar, era uma vida em troca de milhares de vidas. Sei que é um pecado mortal aos olhos de Deus, mas eu sei a muito tempo que não vou para o paraíso.
Quando cheguei ao meu destino eu estava determinado em acabar com a minha vida, mas quando chegou a hora de saltar, não foi capaz. Sou cobarde de mais para me conseguir matar, toda a vida foi. Era por isso que um tenho família ou amigos, porque eu não sou forte o suficiente para lutar por eles, é por isso que ele se apodera de mim.

Eu falhei a minha tentativa de suicídio, conseguia ouvir as suas gargalhadas dentro de mim. Ele sempre me disse que eu era fraco de mais e por causa disso mais pessoas iam morrer.
As minhas lágrimas lavavam o meu rosto coberto de tristeza, as minhas defesas estavam em baixo e ele tomou conta de mim.

Fomos até a um bar, seduziu a mais bela mulher que já vi. Os seus olhos eram verdes, cabelos pretos, lábios vermelhos como o sangue. O seu rosto parecia ser sido desenhados por anjos, o seu corpo esculpidos por Deuses, as suas curvas eram prefeitas. Era a mulher dos meus sonhos.

Levamo-la para o meu quarto, beijamos os seus lábios enquanto a despia-mos lentamente. Beijamos o seu pescoço, os seus peitos, a sua barriga, a sua cintura, ate chegar-mos ao sítio. Eu conseguia ouvir os seus gemidos de prazer mais sabia que mais tarde iam ser substituídos por gemidos de dor e medo, mas eu estava feliz. Não fazia sexo a meses, eu nunca consigo uma mulher, mas quando ele está no comando posso ter a que eu quiser.

Prendemos-lhe as mãos e as pernas a cama, usamo-la como brinquedo sexual ate estarmos fartos. Mas ela gostou dessa parte, mas gostou da que veio a seguir. Somos até a casinha pegar na faca maior, igual aquelas dos filmes de terror, ela tentou gritar mas a sua boca estava tapada, cortou-a em vários sítios e esperou que morre-se por falta de sangue. Ficou sentado na beira da cama a sorrir enquanto ela morria.

No dia a seguir acordei sem me lembrar de nada, ate que olhei para o lado e percebi o erro que eu cometi em ter ficado vivo.
Agora se me dão licença vou me despedir, tenho que ir a uma festa e eu odeio festas. Não só porque estou rodeado de pessoas que bebem álcool, pessoas inferiores a mim, mas porque tenho medo do que sou capaz.
 Charles Bundy

sábado, 17 de setembro de 2011

O diário de um assassino sábado 17 de Setembro de 2012

Olá o meu nome é Charles Bundy, tenho 34 anos e vivo Nova York. Tenho uma vida patética como qualquer de vos. Como sou um membro orgulhoso strait edge não bebo álcool nem consumo qualquer tipo de drogas, posso dizer que sou um ser superior a quase todos nesse sentido. Também não tenho o habito de comer fast food ou outro tipo de comida que me possa fazer mal a saudade, para dizer a verde não como carne nem peixe, sou a favor dos animais, acredito que dia eles vão mais uma vez governar o mundo que lhes pertence a muito e nos lhe roubamos. Não tenho família, morram todos ou eu os matei não me consigo lembrar.

Trabalho 9 horas a frente de um computador, e passo o resto do meu ridículo tempo a meditar a tentar me controlar o lado negro que vive dentro de mim. Nem sempre consigo e as vezes tenho que o deixar sair.

Ele passa para o lugar do condutor, eu passo para o lugar do passageiro. Consigo ver e ouvir todo que ele faz aquelas pobres mulheres. Consigo ouvir o seu sorriso enquanto… desculpem nem sei como dizer isto, enquanto ele as tritura e depois as mata. Primeiro gosta de brincar com elas como um leão brinca com as suas presas.

Hoje acordei as 7H da manha como todos os dias, quando olhei para o lado a cama estava coberta de sangue e deitado ao meu lado estava o cadáver de uma mulher que já fora um anjo. Ele gosta de fazer isto comigo, nunca limpa o que faz. Posso sentir a sua alegria dentro de mim enquanto eu choro.
Por isso que decidi me suicidar, mas antes quero que todo mundo saiba o que nos dizes-mos.

Esta é a minha carta de suicídio e confissão.
Obrigados pela vossa atenção, encontrarmo-nos no inferno.
Charles Bundy

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Histórias da minha vida! Concerto dos metallica

Antes de começar esta nova rubrica que basicamente vou contar história da minha vida, quero agradecer a todos que me apoiam e lembrar que este blog já fez 2 anos =) obrigado a todos por isso, ate mesmo aqueles que não gostam do blog!

Para começar vou contar o que me aconteceu no concerto dos metallica no pav. Atlântico. Não sei se sabem mas o concerto estava esgotado e como podem imaginar aquilo era uns por cima dos outros e o toque entre pessoas é normal, mas havia uma senhora que parece que eu sem quer lhe toquei, foi mesmo sem quer, não estejam ai a pensar coisas, eu não desses que se aproveita dessas situações, então ela olha para mim e começa a mandar vir comigo, eu depois ate pôs as mãos atrás das costas para não lhe tocar!
Mas ainda houve mais nesse dia, estava lá um senhor que devia ter uns 50 e tal anos com a filha acho eu, e nos estava-mos nas primeiras filas e é habitual o mush e foram contra o homem e nos mais uma vez é que pagamos com as culpas, sinceramente ele se não queria que o empurrassem não devia estar lá. Mas esse senhor não ficou por ai, atrás de nos estavam a fumar substâncias ilícitas e o fumo ia para a beira dele e mais uma vez veio ralhar connosco!
O que se pode dizer há pessoas assim XD

terça-feira, 21 de junho de 2011

I am a vamp, waiting for your love cap:V

Muitos Humanos desejam viver para sempre, terem poderes supernaturais, serem como nos, serem vampiros.
Eu era assim, eu queria ser maior que os Humanos, desejava ser imortal, viver para sempre, ser tratado como um Deus, e um dia o meu desejo concretizou-se, eu finalmente era um vampiro, os primeiros anos foram os melhores anos da minha vida. Eu era o senhor do mundo, ninguém me podia fazer mal, tinha todo que queria, mas depois apareceu ela.
Agora a imortalidade não vale de nada, é um pesadelo do qual eu não posso acordar.
Sim somos imortais e supriores aos Humanos, mas a que preço? Agora sei que o preço é alto de mais, mas já não posso voltar a traz.
Estou condenado a imortalidade, sozinho!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dariad a Marwolaeth: As forças do bem

O mundo estava dividido entre a Luz e as Trevas! Na Luz os Anjos e os Deuses nas Trevas os Anjos Negros!
As forças da Luz governavam o reino desde da sua existência! Os anjos anjos e os Deuses eram superiores aos Anjos Negros!

Os Anjos eram belos, tinham belas e grandes asas brancas que os prometia voar sobre os céus, os Deuses eram os seres mais poderosos de todo e reino, os seus poderes vão para alem da imaginação, eles são os senhores dos 5 elementos, agua, terra,fogo,ar e luz. Apesar dos Deuses serem os mais poderosos o reino era governado pelos Anjos! O imperador, o Senhor dos Anjos, o Anjo mais poderoso de todos! Um Anjo que quase ninguém sabe o seu passado, pois ele em outros tempos foi um Anjo Negro que desejava governar o Universo. Durante uma batalha conseguiu um fazer um pacto com o Deus da Morte, ele palpava a vida do Deus e em troca ele concedia-lhe um desejo, e ele desejou ser o senhor de todo o Universo. O desejo foi concedido mas o preço a pagar foi demasiado alto, ele tornou-se num Anjo da Luz,  o Deus da Morte nunca ia entregar o reino a um Anjo das Trevas, era o fim!

Passado muito anos o senhor dos anjos teve um filha, seu nome era Luna, a sua beleza fazia com que todos os Anjos e Deuses choram-se de inveja, era conhecida como o Anjo prefeito, o Anjo desejado por todos, mas seu pai, Senhor dos Anjos não deixava ninguém se aproximar dela. Era o seu bem mais precioso, era a única coisa que o ligava ao mundo dos mortais. O medo de a perder atormentava-o durante noite e dia.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

I am a vamp, waiting for your love: cap IV

Nos vampiros também sonha-mos como todos os seres vivos sonham, não só os humanos e os animais as plantas,árvores também sonham, e nos vampiros também! Normalmente sonha-mos que o sétimo selo seja quebrado para finalmente ser-mos os donos do mundo. Mas agora eu sonho com coisas que nunca sonhei antes. Sonho que sou humano outra vez, um humano apaixonado por um anjo, um anjo que é mais belo que o seu criador, um anjo que define todos os outros anjos. Mas o nosso amor continua a ser proibido, é proibido aos anjos amarem, tem que ser fies ao seu criador, mas este anjo sente o mesmo por mim, ele ama-me tanto como eu o amo. Juntos estamos depostos a todo para que o nosso amor vença.
Mas a lua começa aparecer e sol vai dormir então eu acordo, e reparo que ainda sou um vampiro, um vampiro apaixonado por um anjo em forma humana, um vampiro que sonha em ser humano para ficar ao lado de quem ama.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

I am a vamp, waiting for your love: cap III

Nos já estamos neste mundo a milhares de séculos, nos vimos este mundo nascer mas nunca ninguém consegui provar a nossa existência, houve alguns que durante a historia que nos descobriram mas nunca conseguiram o provar isso deve-se a facto dos nossos superiores. Sim nos também temos superiores, são eles que ditam as nossas leis e quem não as compre é julgado pelos seus crimes.
Foi o que aconteceu comigo, eu pecai no dia em que a conheci, estamos proibidos de ter misericórdia pelos humanos. Foi a julgamento pelos meus pecados mas eles não sabiam que eu estou apaixonado por ela, por isso eu contei o que eu sentia por ela. Foi punido por tais pecados e sentimentos, foi banido da comunidade sobe a pena de morte se me tentar regressar. Agora sou perseguido por aqueles a quem eu já chamei de família, sou perseguido porque me apaixonei por um anjo!

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

I am a vamp, waiting for your love: cap II

Hoje vou contar como todo começou!
Era uma bela noite de Inverno quando eu ia a passear pelo parque. No centro do parque havia um pequeno lago rodeado de flores e no centro podia-se ver a lua cheia a brilhar com as estrelas a sua volta! Era a noite perfeita para apanhar a minha primeira vitima depois de estar 100 anos a dormir, mas a noite tinha outros planos para mim.
Foi seduzido por uma bela e doce voz que me fazia lembrar a sinfonia do anjos num velho gramofone, nunca tinha ouvido algo tão belo por isso deixei que a musica dos seus lábios me leva-se ate ela. Não conseguia acreditar no que os meus olhos viam, era um anjo?, mas não tinha asas, era uma Deusa?, mas não havia mais Deusas. Podia ouvir o seu coração a bater, ela não sabia que eu estava lá, tentei me aproximar mais e mais do seu pescoço para lhe morder, mas não consegui, pela primeira vez em muitos anos senti algo que nunca tinha sentido antes. Eu senti compaixão a correr pelas minhas veias, mas seria possível, os vampiros não sentem tais sentimentos por humanos. Fechei os olhos e tentei mais uma vez, mas não consegui.
Ate que desisti, limitei-me a ouvir a sua voz a cantar ate os primeiros raios de sol nascerem.

Post partilhado com Diário de um vampiro se querem saber mais sobre esta história passem por lá.

terça-feira, 14 de junho de 2011

I am a vamp, waiting for your love: cap I

Ola mortais!
Durante anos eu mantive o meu juramento de silencio. A séculos que anda-mos escondidos nas sombras a roubar as vossas almas e com ela a vossa vida. É essencial para a nossa sobrevivência que ninguém saiba da nossa existência.
Já somos tratados como monstros,criaturas belas e românticas entre muitas outras coisas mas na verdade nenhum de vos sabe nada sobre nos, mas nos sabemos todo sobre vos. Cada um de vos tem um ideia diferente sobre nos, enquanto vos para nos não passais de de mero alimento.

Era assim que eu pensava ate ao dia que a conheci. Ela a mais bela de todos os mortais. Os seus olhos são hipnotizantes, o seu cabelo é macio e o seu rosto é o mais belo que já vi, o seu corpo é de Deusa e o seu pescoço é suave e sensual.
O eu sinto por ela nunca senti por ninguém, acho que é isto que vos mortais chamais de amor. Durante muito tempo tentei combater tais sentimentos por ela, os sentimentos são mortais para nos, mas não consigo para de pensar nela. As vezes o que resta do meu lado humano tenta se apoderar de mim e quer ir ate ela e lhe contar o que sinto por ela, mas não posso, ela nunca ia sentir o mesmo por mim, e se senti-se ia fugir dos meus braços ao saber o que eu sou.
Todos as noites acordo com um dor no coração e lágrimas nos meus olhos! Não sabia que podia-mos chorar ate a conhecer, ela esta a despertar o meu lado humano, mas eu não posso ceder ao amor. Eu vi o que ele faz a pessoas, ele é o verdadeiro mostro nesta historia.

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domingo, 12 de junho de 2011

Dariad a Marwolaeth

Quero primeiro explicar do que isto se trata, eu já a muito tempo que quero escrever uma historia de amor, e finalmente hoje vou começar a escrever essa historia, não sei quantos capítulos vai ter, nem como vai acabar, em principio devo publicar um capitulo por semana. Espero que gostem.


A seguinte história passa-se milhares de anos atrás num reino conhecido pela sua beleza inigualável, um lugar mágico e único onde viviam Anjos, Deuses, Dragões, simples mortais e criaturas que vão para além da imaginação humana.

O nome do reino era Gariad a Marwolaeth. Os deuses e os anjos eram as forças do bem juntos combatiam as forças do mal, os Anjos Negros, mas dessa rivalidade nasceu um grande amor, um amor proibido muito antes dos apaixonados nascerem. As relações entre Deuses ou Anjos com os Anjos Negros eram proibidas com a punição de perderem todos os seus poderes, passarem a ser meros mortais e perseguidos por aqueles que um dia chamaram de família!


Ele era um Anjo Negro, mas não era um Anjo qualquer, era o líder do exercito. Suas asas eram negras, seu cabelo preto e comprido, seu rosto era branco e frio como a morte.
Ela era A filha do Senhor dos Anjos. Princesa de todo o reino de Gariad a Marwolaeth. Era a mais bela criatura de todo o reino. A sua beleza era tanta que não existem palavras suficientes neste mundo para a descrever.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Lovecraf

Para quem não sabe quem foi lovecraf aqui fica a sua biografia do melhor escritor de terror do Sec.20


Howard Phillips Lovecraft nasceu às 9 da manhã do dia 20 de agosto de 1890, na casa de sua família, no número 454 (na época, 194) da Angell Street, em Providence, Rhode Island. Sua mãe era Sarah Susan Phillips Lovecraft, cuja ancestralidade ascendia à chegada de George Phillips a Massachusetts, em 1630. Seu pai era Winfield Scott Lovecraft, vendedor ambulante da Gorham & Co., Silversmiths, de Providence. Quando Lovecraft tinha três anos, seu pai sofreu um colapso nervoso num quarto de hotel em Chicago e foi trazido de volta para o Butler Hospital, onde permaneceu por cinco anos até morrer em 19 de julho de 1898. Aparentemente, Lovecraft aprendeu que seu pai esteve paralisado e em coma durante esse período, mas as evidências sugerem que não foi isso que aconteceu. É quase certo que o pai de Lovecraft morreu de paresia[2], causada pela sífilis[3].

Com a morte do pai, a responsabilidade de criar o filho recaiu sobre a mãe, duas tias e, em especial, sobre seu avô, o proeminente industrial Whipple Van Buren Phillips. Lovecraft foi uma criança precoce: aos dois anos já recitava poesia e aos três já lia. Foi nessa época que adaptou o pseudônimo de Abdul Alhazred, que mais tarde se tornaria o autor do mítico Necronomicon. No ano seguinte, porém, seu interesse por assuntos árabes foi eclipsado pela descoberta da mitologia grega, colhida na Age of Fable de Thomas Bulfinch e em versões para crianças da Ilíada e da Odisséia. Com efeito, o mais antigo de seus escritos que se conhece, “O poema de Ulisses” (1897), é uma paráfrase da Odisséia em 88 versos com rimas internas. Mas Lovecraft, por esse tempo, já havia descoberto a ficção fantástica, e sua primeira história – “The Noble Eavesdropper” (O nobre mexeriqueiro) –, que não chegou até nós, parece remontar a 1896. Seu interesse pelo fantástico proveio de seu avô, que entretinha Lovecraft com histórias improvisadas, à maneira gótica.

Enquanto menino, Lovecraft foi um tanto solitário e sofreu de doenças freqüentes, muitas, aparentemente, de natureza psicológica. Freqüentou de maneira esporádica a Slater Avenue School, mas encharcou-se de informações por meio de leituras independentes. Por volta dos oito anos, descobriu a ciência, primeiro a química, depois a astronomia. Passou a produzir jornais em hectógrafo[4] – The Scientific Gazette (A Gazeta Científica) e The Rhode Island Journal of Astronomy (Folha de Astronomia de Rhode Island) –, para serem distribuídos entre amigos. Quando foi para a Hope Street High School (nível colegial), encontrou afinidade e encorajamento tanto nos professores quanto nos colegas e desenvolveu várias amizades bastante duradouras com rapazes da sua idade. A estréia de Lovecraft em letra impressa ocorreu 1906, quando enviou uma carta tratando de assunto astronômico ao Providence Sunday Journal. Pouco depois, começou a escrever uma coluna mensal de astronomia para o Pawtuxet Valley Gleaner, um jornalzinho rural. Mais tarde escreveu colunas para o Providence Tribune (1906-8) e o Providence Evening News (1914-1918), bem como para o Asheville (N. C.) Gazette-News (1915).

Em 1904, a morte do avô de Lovecraft e a subseqüente dilapidação de seu patrimônio e negócio mergulharam a família em sérias dificuldades. Lovecraft e sua mãe se viram forçados a abandonar a glória de seu lar vitoriano para morar numa residência apertada, no número 598 da Angell Street. Lovecraft ficou arrasado com a perda do lar natal. Aparentemente, ele teria pensado em suicídio, enquanto passeava de bicicleta e contemplava as profundezas escuras do rio Barrington. Mas o gosto de aprender baniu esses pensamentos. Em 1908, porém, pouco antes de sua formatura no colégio, sofreu um colapso nervoso que o obrigou a deixar a escola sem receber o diploma. Esse fato e o conseqüente fracasso em tentar entrar para a Brown University sempre o envergonharam nos anos posteriores, não obstante ter sido ele um dos autodidatas mais formidáveis de seu tempo. Entre 1908 e 1913, Lovrecraft viveu praticamente como um eremita, dedicando-se quase só aos seus interesses astronômicos e a escrever poesia. Ao longo de todo esse período, Lovecraft se envolveu numa relação fechada e pouco saudável com a mãe, que ainda sofria com o trauma da doença e morte do marido e que desenvolveu uma relação patológica de amor-ódio com o filho.

Lovecraft emergiu de seu eremitério de maneira bastante peculiar. Tendo começado a ler os primeiros magazines pulp de sua época, ficou tão irritado com as insípidas histórias de amor de um certo Fred Jackson, no Argosy, que escreveu uma carta em versos, atacando Jackson. A carta foi publicada em 1913, suscitando uma tempestade de protestos por parte dos defensores de Jackson. Lovecraft se meteu num debate acalorado na coluna de cartas do Argosy e dos magazines congêneres, aparecendo as suas respostas quase sempre em dísticos heróicos e humorísticos, descendentes de Dryden e Pope. A controvérsia foi notada por Edward F. Daas, presidente da United Amateur Press Association (Associação Unida de Imprensa Amadora, UAPA), um grupo de escritores amadores de todo o país que escreviam e publicavam os seus próprios magazines. Daas convidou Lovecraft a se juntar à UAPA, e Lovecraft fez isso nos começos de 1914. Lovecraft publicou treze edições de seu próprio periódico, The Conservative (O conservador, 1915-23), e também enviou volumosas contribuições de poesia e ensaios para outros jornais. Mais tarde, tornou-se presidente e editor oficial da UAPA, atuando ainda, por breve período, como presidente da rival National Amateur Press Association (Associação Nacional de Imprensa Amadora, NAPA). Essas experiências podem ter salvado Lovecraft de uma vida de reclusão improdutiva; como ele mesmo disse certa vez: “Em 1914, quando a mão amigável do amadorismo se estendeu para mim, eu estava tão próximo do estado de vegetação quanto qualquer animal... Com o advento da [Associação] Unida, ganhei uma renovação de vida, um senso renovado da existência como sendo algo mais que um peso supérfluo, e encontrei uma esfera na qual podia sentir que meus esforços não eram totalmente fúteis. Pela primeira vez, pude imaginar que minhas investidas desajeitadas no campo da arte eram um pouco mais do que gritos débeis perdidos no mundo indiferente.”

Foi no universo amador que Lovecraft recomeçou a escrever sua ficção, abandonada em 1908. W. Paul Cook e outros, percebendo as promessas dessas primeiras histórias, tais como The beast in the cave (A besta na caverna, 1905) ou The alchemist (O alquimista, 1908), instaram Lovecraft a retomar a pena. E foi o que Lovecraft fez, escrevendo, num jorro, The tomb (A tumba) e Dagon no verão de 1917. Depois, Lovecraft manteve um constante, porém esparso, fluxo de ficção, embora até pelo menos 1922 a poesia e os ensaios ainda fossem os seus modos predominantes de expressão. Lovecraft também se envolveu numa rede sempre crescente de correspondência com amigos e associados, o que o tornou um dos maiores e mais prolíficos missivistas do século.

A mãe de Lovecraft, com sua condição mental e física deteriorada, sofreu um colapso nervoso em 1919, dando entrada no Butler Hospital, de onde, tal como seu marido, jamais sairia. Sua morte, porém, ocorrida em 24 de maio de 1921, deveu-se a uma cirurgia mal conduzida de vesícula. Lovecraft sofreu profundamente com a perda da mãe, mas em poucas semanas se recuperou o suficiente para comparecer a uma convenção de jornalismo amador em Boston, a 4 de julho de 1921. Foi nessa ocasião que viu pela primeira vez a mulher que se tornaria sua esposa. Sonia Haft Green era judia-russa, com sete anos a mais que Lovecraft, mas ambos parecem ter encontrado, pelo menos no início, bastante afinidade um no outro. Lovecraft visitou Sonia em seu apartamento no Brooklyn em 1922, e a notícia de seu casamento – em 3 de março de 1924 – não foi surpresa para seus amigos, mas pode ter sido para as duas tias de Lovecraft, Lillian D. Clark e Annie E. Phillips Gramwell, que foram notificadas por carta só depois que a cerimônia ocorreu. Lovecraft se mudou para o apartamento de Sonia no Brooklyn, e as perspectivas iniciais do casal pareciam boas: Lovecraft angariara posição como escritor profissional, por meio da aceitação de várias de suas primeiras histórias na Weird Tales, o célebre magazine fundado em 1923, e Sonia tinha uma loja de chapéus bem-sucedida na Quinta Avenida, em Nova York.

Mas os problemas chegaram para o casal quase imediatamente: a loja de chapéus faliu, Lovecraft perdeu a chance de editar um magazine associado à Weird Tales (para o que seria necessário que se mudasse para Chicago), e a saúde de Sonia se esvaiu, obrigando-a a passar uma temporada no sanatório de Nova Jersey. Lovecraft tentou garantir trabalho, mas poucos estavam dispostos a empregar um “velho” de trinta e quatro anos que não tinha experiência. Em primeiro de janeiro de 1925, Sonia foi trabalhar em Cleveland, e Lovecraft se mudou para um apartamento de solteiro, junto a um setor decadente do Brooklyn, denominado Red Hook.

Embora tivesse muitos amigos em Nova York – Frank Belknap Long, Rheinhart Kleiner, Samuel Loveman –, Lovecraft tornou-se cada vez mais depressivo, devido ao isolamento em que vivia e às massas de “forasteiros” na cidade. Sua ficção passou do nostálgico (“The shunned house” – 1924 – se passa em Providence) para o frio e misantrópico (“The horror in Red Hook” e “He” – ambas de 1924 – expõem claramente seu sentimento por Nova York). Finalmente, no início de 1926, fizeram-se planos para a volta de Lovecraft a Providence, da qual sentia tanta falta. Mas onde se encaixava Sonia nesses planos? Ninguém parecia saber, muito menos Lovecraft. Embora continuasse a professar sua afeição por ela, acabou concordando quando suas tias se opuseram à vinda dela a Providence, para iniciar um negócio: seu sobrinho não podia manchar-se com o estigma de uma esposa que era negociante. O casamento praticamente acabou, e o divórcio – ocorrido em 1929 – foi inevitável.

Quando Lovecraft retornou a Providence, em 17 de abril de 1926, para morar na Barnes Street, ao norte da Brown University, não foi para se sepultar, conforme fizera no período de 1908-1913. De fato, os últimos dez anos de sua vida foram o tempo de seu maior florescimento, tanto como escritor quanto como ser humano. Sua vida era relativamente pobre de ocorrências – viajou largamente por vários lugares antigos ao longo da costa leste (Quebec, Nova Inglaterra, Filadélfia, Charleston, Santo Agostinho); escreveu sua melhor ficção, isto é, desde “The call of Cthulhu” (O chamado de Cthulhu, 1926) até “At the mountains of madness” (Nas montanhas da loucura, 1931) e “The shadow out of Time” (A sombra dos tempos, 1934-1935); e continuou sua correspondência vasta e prodigiosa –, mas tinha encontrado seu nicho como escritor de ficção fantástica da Nova Inglaterra e também como homem de letras. Estimulou a carreira de muitos autores jovens (August Derleth, Donald Wandrei, Robert Bloch, Fritz Leiber); voltou-se para as questões políticas e econômicas, quando a Grande Depressão o levou a apoiar Roosevelt e a se tornar um socialista moderado; e continuou absorvendo conhecimento num largo espectro de temas, de filosofia até literatura, história e arquitetura.

Nos últimos dois ou três anos de sua vida, no entanto, Lovecraft passou por alguns apertos. Em 1932, morreu a sua amada tia Mrs. Clark, e ele se mudou para o número 66 da College Street, atrás da John Hay Library, levando consigo sua outra tia, Mrs. Gamwell, em 1933. (Esta casa é agora o número 65 da Prospect Street.) Suas últimas histórias, cada vez mais longas e complexas, eram difíceis de vender, e ele foi forçado a ganhar seu sustento às custas de muita “revisão” ou trabalho como ghost-writer de histórias, poesia e obras não-ficcionais. Em 1936, o suicídio de Robert E. Howard, um de seus correspondentes mais chegados, deixou-o desorientado e triste. Por essa época, a doença que o levaria à morte – um câncer no intestino – havia progredido tanto que pouco se podia fazer para tratá-la. Lovecraft tentou resistir, em meio às dores crescentes, através do inverno de 1936-1937, mas finalmente teve de dar entrada no Jane Brown Memorial Hospital, em 10 de março de 1937, onde morreu cinco dias depois. Foi sepultado em 18 de março, no jazigo da família Phillips, no Swan Point Cemetery.

É provável que, percebendo a aproximação da morte, Lovecraft tenha entrevisto o esquecimento final de sua obra: nunca teve um único livro publicado em toda a vida (a não ser, talvez, a péssima edição de The shadow over Innsmouth – A sombra sobre Innsmouth –, de 1936), e suas histórias, ensaios e poemas jaziam espalhados por uma porção desconcertante de pulp magazines amadores. Mas as amizades que ele tinha forjado só por correspondência lhe valeram aqui: August Derleth e Donald Wandrei estavam determinados a preservar dignamente as histórias de Lovecraft num um livro de capa dura e criaram ao selo editorial Arkham House, destinado inicialmente à publicação de Lovecraft. Editaram The outsider and the others (O forasteiro e outras histórias), em 1939. Diversos outros volumes se seguiram pela Arkham House, até que a obra de Lovecraft passou ao papel e foi traduzida em uma dúzia de línguas. Hoje, no centenário de seu nascimento, suas histórias estão disponíveis em edições com texto corrigido, seus ensaios, poemas e cartas circulam amplamente, e muitos estudiosos têm comprovado as profundidades e complexidades de sua obra e de seu pensamento. Falta muito a ser feito no estudo de Lovecraft, mas é correto dizer que, graças ao mérito intrínseco de seu trabalho e à diligência de seus associados e apoiadores, Lovecraft conquistou um pequeno, mas inexpugnável, nicho no cânone das literaturas americana e mundial.

Notas:
[1] Publicada originalmente em H.P. Lovecraft Centennial Guidebook. (N. do T.)

[2] Paralisia incompleta. (N. do T.)

[3] No original, “neurosyphilis”, estágio avançado da sífilis, que ataca o sistema nervoso central. (N. do T.)

[4] Duplicador que, por umedecimento a álcool, transfere para o papel com que é alimentado o escrito ou o desenho da matriz obtida por meio de papel hectográfico. (N. do T.)

Fonte:site Lovecraft

Para ver a obra completa do autor clic aqui

Escritor inspirou bandas como Cradle of filth, Metallica, Black Sabbath, Iron Maiden e muitas mais, mas não foi so bandas escritores como stephen king (um dos melhores escritores de terror do Sec.21)
E tambem foi um grande inspiração para mim, muitos poemas escritos por mim foram inspirados nas obras Dele!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

O que não cão passa para comer

Um dia deste andava por ai quando vi um casal (homem e mulher)com um ção, estava a vestir ao pobre cão um casaco e a se rirem todos da figura de parvo do ção e no fim lá lhe tiraram o casaco e deram-lhe uma maça para comer, quer dizer uma maça o resto de uma maça que o homem estava a comer.
Quer dizer um chegava o cão ter o casaco vestido como ainda teve que partinhar a comida com outro.

PS: Que raio de gente da maça a um ção?

domingo, 30 de maio de 2010

A verdadeira historia do capuchinho vermelho

Esta é a verdadeira historia do capuchinho vermelho, esta um bocado reduzida e em brasileiro mas não encontrei completa e em pt_pt



A Chapeuzinho Vermelho é uma jovem muito simpática, boazinha e inocente que vai levar doces para a vovó doente a pedido de sua mãe.

A mãe, como todas as outras, aconselha a filha a não conversar com estranhos e ir direto para a casa da sua querida avó sem sair da trilha principal da floresta.

Lá vai então Chapeuzinho, cantando para todo mundo ouvir "pela estrada afora eu vou bem sozinha, levar esses doces para a vovozinha..." quando dá de cara com... O Lobo.

Chapeuzinho resolve bater um papo com o Lobo, ainda que ele seja um lobo estranho, não domesticado, que nunca dantes lhe fora apresentado (contrariando assim sua mamãe) e o Lobo a convence - depois de descobrir sobre a visita à vovó - a entrar por um atalho na floresta onde há flores particularmente belas, que ela poderá levar para a vovó e assim fazê-la mais feliz.

E, enquanto Chapeuzinho perde tempo nos atalhos (contrariando todos os conselhos de mamãe), o Lobo corre para a casa da vovó, onde mata a velha, faz uma sangria, come parte da carne e assa os outros quartos... e depois, se transveste com as roupas da moribunda e toca a esperar pela Chapeuzinho.

Finalmente, depois de recolher muitas flores pelo caminho, Chapeuzinho chega à casa da vovó, onde é gentilmente convidada para o jantar. "Vovó" lhe serve um apetitoso assado e um pouco de vinho e temos então Chapeuzinho praticando canibalismo e de copinho cheio.

Terminado o jantar, "vovó" convida Chapeuzinho a se aproximar, mas antes, porque ela não tira aquelas roupas pesadas e calorentas? Assim, a cada uma as famosas frases da Chapeuzinho (mas vovó, que orelhas grandes a senhora tem!), uma peça de roupa vai para a lareira.

O lobo diz mais ou menos assim - Chapeuzinho tire essa capa e jogue na lareira, não vai precisar mais dela - e a chapeuzinho obedece... - Tire essas meias e jogue na lareira, não vai mais precisar delas - e a chapeuzinho obedece.

Assim segue a Chapeuzinho fazendo um belo de um strip tease para o lobo mau, não sei se alguma boate de striper já pensou nisso... de tirar a roupa e jogar no fogo, seria bem legal :sm:

Aí a Chapeuzinho Vermelho se mete na cama com o Lobo e a história termina.

Nada de caçadores salvando o dia e de velhinhas recuperadas milagrosamente do estômago de um lobo.

E ha mais contos de crianças que tem origem como este com o tempo foram modificados ate ao que são hoje

sábado, 30 de janeiro de 2010

Mina is dead – introdução

Mina is dead é uma versão deferente da história de amor entre Drácula e Mina escrita originalmente por Bram Stoker.

Esta ideia surgiu séculos atrás após a perda de um grande amor pela parte do vampiro InLove4Mina o que levou ao título “Mina is dead”.

A história remota ate ao século 16 para um pais cujo nome é desconhecido, há quem diga que apenas existiu na cabeça do pobre vampiro, que ele inventou todo só para poder viver entre os humanos, outros ainda afirmam que Mina esta viva e que ele escreveu esta historia apenas para lhe dizer que ainda a ama.

As teorias são infinitas por isso não percam próximo sábado o primeiro capitulo desta apaixonante historia.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Mina is dead

Mina is dead é o meu novo projecto que vai ter lugar aqui todos os sábados a partir deste, consiste em contar a história da Mina em pequenos contos, passem aqui sábado que vai valer a pena prometo.