Sabias que 99,9% dos Fãs da saga twilight são mulheres ou homosexuais gay´s?
domingo, 12 de setembro de 2010
Blog novidades
Ha novidades no aspecto grafico do blog como podem ver perto do banner tem uma aplicação para pesquisar o que neste blog, na barra lateral tem butões para o Twitter, Facebook e YouTube, outras das novidades na barra lateral é a radio, agora ja podem ouvir radio aqui mesmo as radios desponiveis são: BestRock Fm, anos 80, Metal,Nacional e Top infelizmente não deu para por a antena 3 nem deu para por mais do que estas 5 radios!
E tambem ha duas novas rubricas são elas: Podia-me dar para pior e sabias que?
Espero que gostem!
E tambem ha duas novas rubricas são elas: Podia-me dar para pior e sabias que?
Espero que gostem!
Podia-me dar para pior - apresentação
Esta é uma nova robrica e pela primeira vez em video, aqui fica a apresentação:
Podem passar tambem por http://www.youtube.com/inlove4mina
Podem passar tambem por http://www.youtube.com/inlove4mina
A morte dos linkin park
O que ja foi uma grande banda de nu metal esta agora uma grande porcaria de banda, não sei se ja ouviram o novo cd "A Thousand Suns" se ja ouviram ja sabem do que estou a falar.
Deixo-vos uma reviews ao cd:
Em tempos, existiu uma banda que, conjugando de forma inteligente o Hip Hop e Electrónica com o Metal, conseguiu atingir o estrelato, ganhando fama e uma grande base de fãs leais, que vendados pela rádio e pela (M)TV pensavam que a música pesada não ia mais além daquilo. Porém, a estadia no topo não durou muito, e esses mesmos fãs sentiram-se apunhalados pelas costas quando a banda cuja sonoridade admiravam resolveu tomar uma mudança drástica e, com a desculpa de estar mais madura, virar-se para o (ainda mais) comercial. Agora, algures no período descendente da sua carreira, essa banda lança o seu quarto álbum: A Thousand Suns.
Muitos esperavam ansiosamente este álbum, na esperança de que se tratasse de um regresso às origens. No entanto, à medida que o tempo foi passando, e os singles e previews foram sendo lançados, o optimismo foi-se esvaindo. O tempo de glória do Nu Metal e do Rap Rock já há muito que desapareceu no horizonte, e os Linkin Park têm noção disso. Restava saber se eles iam manter a sonoridade Pop Rock de Minutes to Midnight, ou se escolhiam antes enveredar por mais uma fase experimental. Pelos vistos, escolheram as duas. E o tiro acabou por sair pela culatra, fruto da completa falta de inspiração e de ideias de um grupo que, cada vez mais, parece estar à deriva.
Para mim, este álbum é isso mesmo, pura e simplesmente: um trabalho experimental desinspirado, inconstante e disperso, onde o grupo parece tentar a todo o custo mascarar a total falta de ideias com uma forte (e exagerada) carga electrónica, a qual acaba inevitavelmente por dar em curto circuito... em vez de acrescentar ao álbum algo de positivo, as longas secções instrumentais electrónicas em que o álbum está mergulhado (metade das faixas não passam disso mesmo!) retiram o interesse aos poucos bons momentos que ele possui, a maioria dos quais possíveis restos de ideias do álbum anterior. E, por falar em influências de Minutes to Midnight, elas são bem evidentes aqui. Contudo, se esse álbum até tinha de certa forma músicas cativantes e apelativas, já este tenta repetir a dose... e falha profundamente. Basta ouvir as supostas "baladas meigas", "Iridescent" e "The Messenger", para notar a incrível falta de originalidade na composição, em músicas que parece que rastejam pelo chão implorando minutos de rádio e presença no top da Mtv.
No que toca ao intrumental propriamente dito... bem, qual intrumental? O baixo é o elemento imperceptível do costume, a percussão é quase toda à base de batidas sintetizadas, e a guitarra, que é para mim a protagonista do melhor momento do álbum (o excelente clímax de "Burning in The Skies") tem apenas essa oportunidade para brilhar. Sinceramente, após este álbum tenho dúvidas sobre se esta banda é mesmo um sexteto ou se é apenas um duo de vocalistas com músicos de sessão contratados em saldo. E até o trabalho vocal dos dois membros que realmente parecem fazer parte integral do grupo, Chester Bennington e Mike Shinoda, deixa muito a desejar. Enquanto que a prestação de Mike, de volta ao rap, pode ser considerada razoável, tendo o seu ponto alto em "Wretches and Kings" (uma das faixas mais concisas do álbum), as melodias vocais de Chester são quase todas fracas e desinteressantes, e algumas chegam mesmo a ser horripilantes. Fiquei completamente boquiaberto (num mau sentido) ao ouvir faixas como "Blackout", sem saber se havia de rir à gargalhada ou chorar com os versos hiperactivos onde Chester parece sofrer uma overdose de cafeína, e com o refrão onde os seus tão esperados berros característicos são utilizados... completamente fora de contexto. Salve-se o trabalho de DJ Hahn nessa faixa, que, de resto, parece ser o único que neste álbum se sente nas suas sete quintas.
Tudo somado, este álbum parece ser uma tentativa mal sucedida de produzir um remix de Minutes To Midnight, com secções e melodias fracas e desprovidas de interesse coladas umas às outras por meio de um enchimento electrónico que só serve para isso mesmo: encher. Não se torna melhor com mais audições, bem pelo contrário: ouvir uma vez já é uma tarefa suficientemente árdua, e na segunda tentativa vão inevitavelmente dar convosco a ir directamente aos poucos momentos em que o álbum consegue captar a atenção. De qualquer forma, visto de outro ângulo, este álbum pode até representar um passo a caminho da sonoridade original da banda, com a sua forte presença electrónica. Resta-nos esperar que, da próxima vez, eles não se esqueçam de trazer a guitarra, a bateria e o baixo. Ah, e ideias frescas também.
Classificação: 1.5/5
Fonte:rocknheavy
O que eram:
O que são agora:
Deixo-vos uma reviews ao cd:
Em tempos, existiu uma banda que, conjugando de forma inteligente o Hip Hop e Electrónica com o Metal, conseguiu atingir o estrelato, ganhando fama e uma grande base de fãs leais, que vendados pela rádio e pela (M)TV pensavam que a música pesada não ia mais além daquilo. Porém, a estadia no topo não durou muito, e esses mesmos fãs sentiram-se apunhalados pelas costas quando a banda cuja sonoridade admiravam resolveu tomar uma mudança drástica e, com a desculpa de estar mais madura, virar-se para o (ainda mais) comercial. Agora, algures no período descendente da sua carreira, essa banda lança o seu quarto álbum: A Thousand Suns.
Muitos esperavam ansiosamente este álbum, na esperança de que se tratasse de um regresso às origens. No entanto, à medida que o tempo foi passando, e os singles e previews foram sendo lançados, o optimismo foi-se esvaindo. O tempo de glória do Nu Metal e do Rap Rock já há muito que desapareceu no horizonte, e os Linkin Park têm noção disso. Restava saber se eles iam manter a sonoridade Pop Rock de Minutes to Midnight, ou se escolhiam antes enveredar por mais uma fase experimental. Pelos vistos, escolheram as duas. E o tiro acabou por sair pela culatra, fruto da completa falta de inspiração e de ideias de um grupo que, cada vez mais, parece estar à deriva.
Para mim, este álbum é isso mesmo, pura e simplesmente: um trabalho experimental desinspirado, inconstante e disperso, onde o grupo parece tentar a todo o custo mascarar a total falta de ideias com uma forte (e exagerada) carga electrónica, a qual acaba inevitavelmente por dar em curto circuito... em vez de acrescentar ao álbum algo de positivo, as longas secções instrumentais electrónicas em que o álbum está mergulhado (metade das faixas não passam disso mesmo!) retiram o interesse aos poucos bons momentos que ele possui, a maioria dos quais possíveis restos de ideias do álbum anterior. E, por falar em influências de Minutes to Midnight, elas são bem evidentes aqui. Contudo, se esse álbum até tinha de certa forma músicas cativantes e apelativas, já este tenta repetir a dose... e falha profundamente. Basta ouvir as supostas "baladas meigas", "Iridescent" e "The Messenger", para notar a incrível falta de originalidade na composição, em músicas que parece que rastejam pelo chão implorando minutos de rádio e presença no top da Mtv.
No que toca ao intrumental propriamente dito... bem, qual intrumental? O baixo é o elemento imperceptível do costume, a percussão é quase toda à base de batidas sintetizadas, e a guitarra, que é para mim a protagonista do melhor momento do álbum (o excelente clímax de "Burning in The Skies") tem apenas essa oportunidade para brilhar. Sinceramente, após este álbum tenho dúvidas sobre se esta banda é mesmo um sexteto ou se é apenas um duo de vocalistas com músicos de sessão contratados em saldo. E até o trabalho vocal dos dois membros que realmente parecem fazer parte integral do grupo, Chester Bennington e Mike Shinoda, deixa muito a desejar. Enquanto que a prestação de Mike, de volta ao rap, pode ser considerada razoável, tendo o seu ponto alto em "Wretches and Kings" (uma das faixas mais concisas do álbum), as melodias vocais de Chester são quase todas fracas e desinteressantes, e algumas chegam mesmo a ser horripilantes. Fiquei completamente boquiaberto (num mau sentido) ao ouvir faixas como "Blackout", sem saber se havia de rir à gargalhada ou chorar com os versos hiperactivos onde Chester parece sofrer uma overdose de cafeína, e com o refrão onde os seus tão esperados berros característicos são utilizados... completamente fora de contexto. Salve-se o trabalho de DJ Hahn nessa faixa, que, de resto, parece ser o único que neste álbum se sente nas suas sete quintas.
Tudo somado, este álbum parece ser uma tentativa mal sucedida de produzir um remix de Minutes To Midnight, com secções e melodias fracas e desprovidas de interesse coladas umas às outras por meio de um enchimento electrónico que só serve para isso mesmo: encher. Não se torna melhor com mais audições, bem pelo contrário: ouvir uma vez já é uma tarefa suficientemente árdua, e na segunda tentativa vão inevitavelmente dar convosco a ir directamente aos poucos momentos em que o álbum consegue captar a atenção. De qualquer forma, visto de outro ângulo, este álbum pode até representar um passo a caminho da sonoridade original da banda, com a sua forte presença electrónica. Resta-nos esperar que, da próxima vez, eles não se esqueçam de trazer a guitarra, a bateria e o baixo. Ah, e ideias frescas também.
Classificação: 1.5/5
Fonte:rocknheavy
O que eram:
O que são agora:
sábado, 11 de setembro de 2010
Meu querido Século XX - Primeiro homem ir a lua - verdade ou não
O primeiro homem a pousar na Lua foi o astronauta americano Neil Armstrong, que pisou no satélite terrestre em 21 de julho de 1969 e disse a famosa frase: “That’s one small step for man; one giant leap for mankind”, que em português quer dizer “Esse é um pequeno passo para um homem; um enorme passo para a humanidade”.
Poucos minutos depois Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin Jr. também tocou o solo lunar. Ambos eram acompanhados por Michael Collins, que orbitava a Lula na nave de comando. Os três viajaram ao espaço com a Apollo 11.
Corisidades:
Ha quem dia que o Homen nounca foi a lua, que não passa todo de uma teoria da conspiração!
E ir a lua é o meu sonho desdos 6 anos de idade, quando andava na primaria ate escrevia textos sobre eu ir a lua, a Marte e esses plantetas todos!
Uma das muitas teorias da conspiração:
Nunca fomos á lua, é tudo treta!
(A Internet é pródiga em teorias da conspiração-esta é apenas uma delas,e das
mais rídiculas.
Os lunáticos que acreditam que o homem nunca foi á Lua
defendem que as fotografias são aldrabadas, determinadas ocorrências captadas
pelas câmaras não seriam possíveis na Lua e tudo filmado num estúdio
super-secreto da hiper-secreta Área 51. Existem dezenas de sites onde foram
fornecidas explicações detalhadas sobre a aldrabice – e muitas pessoas que os
consultam, curiosas. acabam por ficar confusas com tanta informação e dizem e
dizem para si próprias “Isto dá mesmo que pensar.”
para piorar ainda mais as coisas, o site Moontruth.com divulgou um vídeo
(http://bitaites.org/wp-content/uploads/videos/moontruth.zip)provando
que não são verdadeiras as teorias segundo as quais a NASA forjou as viagens á
Lua.
E então todos os adeptos das conspirações lunares entraram em êxtase:afinal a
NASA ensaiara a epopeia como se tudo se tratasse apenas de um gigantesco
espéctaculo televisivo a ser apresentado ao mundo, principalmente aos
soviéticos.
Não só construíra os cenários como os próprios astronautas já tinham as
falas decoradas.
Os adeptos das conspirações viram o filme supostamente realizado em 1965, quatro
anos antes da primeira alunagem, e abriram a boca de espanto: era verdade, sim
senhor. Olhem ali o astronauta a descer do módulo lunar, extactamemente
como toda a gente viu na televisão.
Esperem, não está ele a dizer as celebres que Neil Armstrong haveria de proferir
em directo quatro anos depois, “um pequeno passo para a Humanidade?”
Finalmente o ensaio é interrompido quando uma estrutura do estúdio quase cai
sobre o falso astronauta. O que parecia uma transmissão em directo da Lua
revela-se:as luzes ascendem-se, assistentes de realização correm no estúdio,
ouve-se uma voz a dizer “Vamos repetir tudo outra vez”, o actor volta a subir as
escadas do módulo lunar. As missões Apollo foram uma farsa e esta era a prova
que faltava.
O excelente site brasileiro Ceptismo Aberto resolve investigar a história começando pelo obdio
:saber a quem pertencia o domínio moontruth.com.Descobre então que o domínio fora registado por uma
empresa de publicidade chamada The Viral Factory.
A estratégia de marketing da empresa assentanum conceito chamado
Comunicação Viral, “Uma enorme opurtonidade para fazer a sua marca crescer.
Acerte em cheio”, explica a empresa, “e a recompensa será enorme. Os
consumidores espalharão a sua mensagem por si, e a velocidade impressionante
para um quantidade fenomenal de pessoas.”
O falso ensaio da alunagem foi uma fenómeno viral, admitiu a empresa quando
contactada pelo Ceptiscimo Aberto.
“O objectivo era ver se poderíamos alcançar certas comunidades online. Um dos
nosso directores, Adam Stewart, um fanático pela exploção espacial,teve a idea,
escreveu o argumento e dirigiu o filme.
Tinhamos guardado o vídeo com a intenção de o vender como publicidade
viral, mas Adam faleceu recentemente aos 31 anos.Ele não era apenas um
colega,era um amigo; desistimos então de vender a idea e libertámos o vídeo.”
Conspiradores, ainda estão por ai ou já se esconderam debaixo da mesa? Porque há
mais! Para todos aqueles que ainda pensam que o homem foi á Lua e que tudo
é uma aldrabice da NASA, é de ler atentamente um trabalho do
engenheiro Wilson Porto Reis, responsável pelo projecto gráfico de um dos
sites mais intressantes sobre estes assuntos,Project Ockham.
Num artigo escrito em bom português do Brasil, desmistificam-se todos os
argumentos da teoria da conspiração,um por um. Se faz parte de um grupo de
pessoas que se deixou impressionar,este site dar-lhe-á verdadeiros motivos
para pensar muito melhor.
Fonte: Casa tuga
Poucos minutos depois Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin Jr. também tocou o solo lunar. Ambos eram acompanhados por Michael Collins, que orbitava a Lula na nave de comando. Os três viajaram ao espaço com a Apollo 11.
Corisidades:
Ha quem dia que o Homen nounca foi a lua, que não passa todo de uma teoria da conspiração!
E ir a lua é o meu sonho desdos 6 anos de idade, quando andava na primaria ate escrevia textos sobre eu ir a lua, a Marte e esses plantetas todos!
Uma das muitas teorias da conspiração:
Nunca fomos á lua, é tudo treta!
(A Internet é pródiga em teorias da conspiração-esta é apenas uma delas,e das
mais rídiculas.
Os lunáticos que acreditam que o homem nunca foi á Lua
defendem que as fotografias são aldrabadas, determinadas ocorrências captadas
pelas câmaras não seriam possíveis na Lua e tudo filmado num estúdio
super-secreto da hiper-secreta Área 51. Existem dezenas de sites onde foram
fornecidas explicações detalhadas sobre a aldrabice – e muitas pessoas que os
consultam, curiosas. acabam por ficar confusas com tanta informação e dizem e
dizem para si próprias “Isto dá mesmo que pensar.”
para piorar ainda mais as coisas, o site Moontruth.com divulgou um vídeo
(http://bitaites.org/wp-content/uploads/videos/moontruth.zip)provando
que não são verdadeiras as teorias segundo as quais a NASA forjou as viagens á
Lua.
E então todos os adeptos das conspirações lunares entraram em êxtase:afinal a
NASA ensaiara a epopeia como se tudo se tratasse apenas de um gigantesco
espéctaculo televisivo a ser apresentado ao mundo, principalmente aos
soviéticos.
Não só construíra os cenários como os próprios astronautas já tinham as
falas decoradas.
Os adeptos das conspirações viram o filme supostamente realizado em 1965, quatro
anos antes da primeira alunagem, e abriram a boca de espanto: era verdade, sim
senhor. Olhem ali o astronauta a descer do módulo lunar, extactamemente
como toda a gente viu na televisão.
Esperem, não está ele a dizer as celebres que Neil Armstrong haveria de proferir
em directo quatro anos depois, “um pequeno passo para a Humanidade?”
Finalmente o ensaio é interrompido quando uma estrutura do estúdio quase cai
sobre o falso astronauta. O que parecia uma transmissão em directo da Lua
revela-se:as luzes ascendem-se, assistentes de realização correm no estúdio,
ouve-se uma voz a dizer “Vamos repetir tudo outra vez”, o actor volta a subir as
escadas do módulo lunar. As missões Apollo foram uma farsa e esta era a prova
que faltava.
O excelente site brasileiro Ceptismo Aberto resolve investigar a história começando pelo obdio
:saber a quem pertencia o domínio moontruth.com.Descobre então que o domínio fora registado por uma
empresa de publicidade chamada The Viral Factory.
A estratégia de marketing da empresa assentanum conceito chamado
Comunicação Viral, “Uma enorme opurtonidade para fazer a sua marca crescer.
Acerte em cheio”, explica a empresa, “e a recompensa será enorme. Os
consumidores espalharão a sua mensagem por si, e a velocidade impressionante
para um quantidade fenomenal de pessoas.”
O falso ensaio da alunagem foi uma fenómeno viral, admitiu a empresa quando
contactada pelo Ceptiscimo Aberto.
“O objectivo era ver se poderíamos alcançar certas comunidades online. Um dos
nosso directores, Adam Stewart, um fanático pela exploção espacial,teve a idea,
escreveu o argumento e dirigiu o filme.
Tinhamos guardado o vídeo com a intenção de o vender como publicidade
viral, mas Adam faleceu recentemente aos 31 anos.Ele não era apenas um
colega,era um amigo; desistimos então de vender a idea e libertámos o vídeo.”
Conspiradores, ainda estão por ai ou já se esconderam debaixo da mesa? Porque há
mais! Para todos aqueles que ainda pensam que o homem foi á Lua e que tudo
é uma aldrabice da NASA, é de ler atentamente um trabalho do
engenheiro Wilson Porto Reis, responsável pelo projecto gráfico de um dos
sites mais intressantes sobre estes assuntos,Project Ockham.
Num artigo escrito em bom português do Brasil, desmistificam-se todos os
argumentos da teoria da conspiração,um por um. Se faz parte de um grupo de
pessoas que se deixou impressionar,este site dar-lhe-á verdadeiros motivos
para pensar muito melhor.
Fonte: Casa tuga
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
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