Alguem me esplica como é que o coelho da pascoa poem ovos?
Para comesar tinha que ser uma coelha e depois o galo devia estar com os copos para ver que não era uma galinha.
Boa pascoa para todos
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
One love family e Os tornados
Como na semana passada não houve banda este domingo ha duas uma de Reggae e outra de R&B / Surf / Pop
Aqui fica uma pequena introdução aos One love family:
Fundada em 1998, esta família, que hoje compreende membros entre os 10 e os 49 anos, e que passou já pelos principais palcos do país, com destaque para as participações memoráveis em Paredes de Coura e no Sudoeste, e por festivais na Holanda e em Espanha.
"Allelujah" o recente disco dos One Love Family, celebra a concretização da música dos One Love Family em disco, num registo da sua profunda espiritualidade. Um disco que através do mais "roots" Reggae chama a atenção para problemas como o racismo, a guerra, a pobreza ou a poluição, fazendo a apologia da vida em comunhão com o próximo e com a natureza como meios essenciais para construir um mundo melhor. Uma cativante colecção de canções que conta com colaborações de peso como, entre outros, as dos jamaicanos Sly Dunbar, Dean Fraser, Danny Thompson, Stephen Stewart ou Earl Chinna Smith, que também co-produziu "Allelujah", gravada entre Carcavelos e a Jamaica.
"Allelujah" é sem dúvida um marco do Reggae nacional, um albúm em que os One Love Family nos transmitem a sua mensagem carregada de vibrações positivas e a sua música feita de palavras de paz, liberdade e harmonia, porque como esta família não desiste de nos lembrar: "Ao acreditarmos na Humanidade como uma grande família somos mais livres".
MySpace
E uma Os tornados:
Quem é que se lembra dos irrequietos anos 60, das emoções fortes que eram descobrir os novos êxitos dos Beatles, dos Shadows ou do Roberto Carlos, ao mesmo tempo que se dançava em festas animadas pelos Tártaros, pelo Conjunto Mistério ou pelo Conjunto Académico João Paulo?
Provavelmente muito poucos, para além daqueles que já são avós e, claro, de Os Tornados, uma das mais singulares e desconcertantes bandas a surgir no mais recente panorama nacional.
Formados por Nuno Silva na voz e na guitarra, Tiago Gil na guitarra, Miguel Lourenço no baixo, Helder Coelho na bateria, Marco Oliveira no órgão e Manuel Oliveira nas percussões, na guitarra acústica e no theremin, Os Tornados nasceram em 2004 como Contrabando, para mais tarde se transformarem em Conjunto Contrabando ao mesmo tempo que definiam e consolidavam o som que os torna únicos agora que, definitivamente, se assumem como Os Tornados e actualizam “o rock’n’roll e surf da lendária década de 60 com brilho e o romantismo da música portuguesa de outros tempos” e tocam uma música contagiante e altamente dançável.
Sem que se considerem revivalistas, o fascínio d'Os Tornados pela mais estimulante década do século XX é profundo e, por isso, não deixam nada ao acaso. Desde os instrumentos e do material que usam ao figurino com que se apresentam tudo é feito de forma a reviver com uma fidelidade extrema os dias que invadem o seu imaginário. Por isso, convidaram o paulista Jonas Serôdio (ligado aos Berlin Estúdios, clube/estúdio analógico de referência em São Paulo, e produtor dos brasileiros de culto Haxixins) para produzir os seu álbum de estreia, “Twist do Contrabando” fizeram as captações no Amp Studio (um dos poucos estúdios nacionais que ainda grava em fita) e misturaram no inimitável Circo Perroti, em Gijón, um verdadeiro paraíso para os amantes da tecnologia analógica e material vintage.
“Twist do Contrabando” , que irá chegar às lojas brevemente, é uma autêntica pedrada no charco na nova música portuguesa e, certamente, estabelecerá Os Tornados como um nome incontornável do rock’n’roll nacional.
Site oficial
MySpace
Aqui fica uma pequena introdução aos One love family:
"Allelujah" o recente disco dos One Love Family, celebra a concretização da música dos One Love Family em disco, num registo da sua profunda espiritualidade. Um disco que através do mais "roots" Reggae chama a atenção para problemas como o racismo, a guerra, a pobreza ou a poluição, fazendo a apologia da vida em comunhão com o próximo e com a natureza como meios essenciais para construir um mundo melhor. Uma cativante colecção de canções que conta com colaborações de peso como, entre outros, as dos jamaicanos Sly Dunbar, Dean Fraser, Danny Thompson, Stephen Stewart ou Earl Chinna Smith, que também co-produziu "Allelujah", gravada entre Carcavelos e a Jamaica.
"Allelujah" é sem dúvida um marco do Reggae nacional, um albúm em que os One Love Family nos transmitem a sua mensagem carregada de vibrações positivas e a sua música feita de palavras de paz, liberdade e harmonia, porque como esta família não desiste de nos lembrar: "Ao acreditarmos na Humanidade como uma grande família somos mais livres".
MySpace
E uma Os tornados:
Quem é que se lembra dos irrequietos anos 60, das emoções fortes que eram descobrir os novos êxitos dos Beatles, dos Shadows ou do Roberto Carlos, ao mesmo tempo que se dançava em festas animadas pelos Tártaros, pelo Conjunto Mistério ou pelo Conjunto Académico João Paulo?Provavelmente muito poucos, para além daqueles que já são avós e, claro, de Os Tornados, uma das mais singulares e desconcertantes bandas a surgir no mais recente panorama nacional.
Formados por Nuno Silva na voz e na guitarra, Tiago Gil na guitarra, Miguel Lourenço no baixo, Helder Coelho na bateria, Marco Oliveira no órgão e Manuel Oliveira nas percussões, na guitarra acústica e no theremin, Os Tornados nasceram em 2004 como Contrabando, para mais tarde se transformarem em Conjunto Contrabando ao mesmo tempo que definiam e consolidavam o som que os torna únicos agora que, definitivamente, se assumem como Os Tornados e actualizam “o rock’n’roll e surf da lendária década de 60 com brilho e o romantismo da música portuguesa de outros tempos” e tocam uma música contagiante e altamente dançável.
Sem que se considerem revivalistas, o fascínio d'Os Tornados pela mais estimulante década do século XX é profundo e, por isso, não deixam nada ao acaso. Desde os instrumentos e do material que usam ao figurino com que se apresentam tudo é feito de forma a reviver com uma fidelidade extrema os dias que invadem o seu imaginário. Por isso, convidaram o paulista Jonas Serôdio (ligado aos Berlin Estúdios, clube/estúdio analógico de referência em São Paulo, e produtor dos brasileiros de culto Haxixins) para produzir os seu álbum de estreia, “Twist do Contrabando” fizeram as captações no Amp Studio (um dos poucos estúdios nacionais que ainda grava em fita) e misturaram no inimitável Circo Perroti, em Gijón, um verdadeiro paraíso para os amantes da tecnologia analógica e material vintage.
“Twist do Contrabando” , que irá chegar às lojas brevemente, é uma autêntica pedrada no charco na nova música portuguesa e, certamente, estabelecerá Os Tornados como um nome incontornável do rock’n’roll nacional.
Site oficial
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domingo, 21 de março de 2010
Valencia aqui vou eu
boas meus feis leitore(a)s não andei por aqui nos ultmos dias e agora vou ate Valencia ate seixta mas como não podia de deixar hoje tenho mais uma banda tuga para vos e no prosimo domingo tambem ca estarei para mais uma banda
terça-feira, 16 de março de 2010
Fds que esta merda doi como o caralh*
Hoje mal posso andar porque um palhaço(ate é bom rapaz, mas não escapa XD) me deu uma casetada no treino de futsal e agora tou eu aqui cheio de dores se alguem quiser dar uma ajudinha é bem-vinda.
Prontos hoje é todo ja podem ir dormir...
Ja agora dormam bem e não sonhem comigo
Prontos hoje é todo ja podem ir dormir...
Ja agora dormam bem e não sonhem comigo
domingo, 14 de março de 2010
Anaquim
A banda portuguesa que vos trago hoje são os anaquim ficem com um pequeno texto escrito por JP Simões sobre eles:
"Por alturas da pré-produção do programa Quilómetro Zero, depois de ouvirmos cerca de 12 mil páginas do Myspace com música portuguesa e outras coisas mais obscenas de carácter onanista, o projecto Anaquim foi o nosso primeiro consenso editorial. “Na Minha Rua” e “Pobre Velho Louco”, que agora se juntam a mais 14 canções neste primeiro longa duração, tinham a clareza, o humor bem temperado e aquela capacidade de alegre contágio que define o que a música popular aspira a ser: um bálsamo para a aspereza do quotidiano.
José Rebola, o compositor e letrista deste “As Vidas dos Outros”, desmultiplica-se deveras em mil personagens de um bairro imaginário e familiar onde se passa de criança para adulto depressa demais, tentando teimosamente guardar as histórias, os cenários e as personagens que parecem desaparecer juntamente com todas as nossas ternas e frágeis fantasias de infância.
É na primeira pessoa que Rebola canta as vidas dos outros, vidas onde falta sempre qualquer coisa, como em todas, e entre a decepção e o desamor a tónica dominante é a que tem acompanhado desde sempre trovadores e rock’n’rollers: a recusa em engrossar a multidão de vidas estereotipadas só porque é suposto já termos idade para ter juizinho, a vontade de adiar o compromisso e a resignação enquanto não nos sentirmos bem resolvidos connosco, a mágoa romântica que se protege desdenhando do amor que tanto anseia, em suma, o relato da eterna luta entre as nossas razões privadas e as vidas dos outros, esse lugar sempre estranho a que chamamos humanidade.
Em todas as canções, escritas com clareza e generosidade, Rebola consegue colocar sempre um dilema moral em destaque (“As Vidas dos Outros”, “Lídia” ou “Horas Vagas”), contar uma história em modo de lenda popular (“Vampiros”) ou pintar com detalhe e cor um quadro de quotidiano (“Na Minha Rua” ou o divertido e folclórico dueto com Ana Bacalhau, do grupo Deolinda, “O Meu Coração”): musicalmente, o clima é de festa, de celebração, entre New Orleans, os Balcãs e a Feira Popular, com rigor instrumental e imaginação, energia e empenho. “As Vidas dos Outros”, revela-nos um talentoso músico, compositor e letrista, acompanhado de excelentes instrumentistas e de uma atitude lúdica e divertida, pois, como disse José Rebola, a música deve ser também entretenimento e folia, sugerindo que a melhor forma de enfrentar os nossos medos e monstros é fazendo-os dançar."
Como semper aqui fica o Myspace dos Anaquim
MySpace
Ja sabem para ver as bandas apresentadas ate hoje é so carregar na tag de novas bandas
sexta-feira, 12 de março de 2010
Obrigado a todos
ola...
eu queria vos agradeser a todos vos mas não tenho muito geito para fazer isso pessoalmente e tambem não falo assim tanto com a maior parte vossa, esta foi a forma maus facil que encontri para vos agradeser.
Obrigado:
Carina
Lucia
Tod
Tiagão
Vilas
Duarte
Miguel
Jomy
Dany
Valter
Leo
Ana rita
Angela
Marta
Pedro
João
Diogo
Mais uma vez obrigado a todos, não sei mais que vos dizer, sois vons amigos
eu queria vos agradeser a todos vos mas não tenho muito geito para fazer isso pessoalmente e tambem não falo assim tanto com a maior parte vossa, esta foi a forma maus facil que encontri para vos agradeser.
Obrigado:
Carina
Lucia
Tod
Tiagão
Vilas
Duarte
Miguel
Jomy
Dany
Valter
Leo
Ana rita
Angela
Marta
Pedro
João
Diogo
Mais uma vez obrigado a todos, não sei mais que vos dizer, sois vons amigos
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