quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

apocalipse

quando se completarem os mil anos, Satanás será solto da prisão do abismo. Ele vai sair e seduzir as nações dos quatro cantos da Terra, Gog e Magog, reuindo-os para o combate. são numerosos como a areia do mar. Eles espalham-se por todo a Terra e cercam o acampamento dos santos e a cidade amada. Mas desçeu fogo do céu e devorou-os. O Diabo, que os tinha seduzido a todos, foi lançado no lago de fogo e enforxe onde já se achavam a Besta e o falso profecta. lá serão atormentados dia e noite para semper

esta parte foi tirada da bibilia sagrada

O tempo está próximo! Trabalhe enquanto ainda há tempo! Este é o último
propósito da tradição vampírica! Levante-se e contemple teu futuro. Deixe
que os verdadeiros escravos continuem em sua ignorância. A Europa, a
América e a Oceania estão em tumulto. A Ásia e a África proliferam em
balburdia e população. Os pólos derretem e o mar chora. Está quebrado o
Sétimo Selo.

este foi tirado da bibilia dos vampiros
e aqui dois exempolos do apocalipse

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

olhem so quem mais concorda comigo

vejam aqui e depois a lua nova nos pirores filmes do ano =)
sim eu sei, sou mauzinho XD
http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/56755

Símbolo dos vampiros



Ankh, (Pronuncia-se Anak) conhecida também como cruz ansata, era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte. usado hoje em dia pelos vampiros.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Credo dos vampiros

Eu sou um Vampiro.
Eu adoro o meu ego e eu adoro minha vida, pois sou o
único Deus que existe.
Eu tenho orgulho de ser um animal predador e eu
honro meus instintos animais.
Eu exalto minha mente racional e não acredito que
isso seja um desafio da razão.
Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a
fantasia.
Eu reconheço a fato de que a sobrevivência é a lei
mais forte.
Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem
leis naturais através das quais eu posso fazer minha
magia.
Eu sei que minhas crenças no ritual são uma fantasia,
mas a magia é real e eu respeito e reconheço os
resultados da minha magia.
Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo
a morte como destruidora da vida.
Portanto eu tirarei o máximo proveito da vida aqui e
agora.
Eu sou um Vampiro.
Curve-se diante de mim.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Samuel Uria


Se António fundia Braga e Nova Iorque, Samuel atravessa Dylan e Paião, Vitorino e Waits. Se Variações soube pôr mundo no Minho, Úria põe este mundo no outro, e o outro neste, e tudo em breves canções orelhudas. Mas, por favor, nada de mal-entendidos. Este artista é de sínteses, não é sintético. Isto é música muito humana, de carne e osso, verdadeira e impura, cordas, respirações, arranhões, falsetes. Um cantautor a sério a brincar com o seu tesouro. O quê, nomes, História? Bem, vamos a isso: Zeca Afonso, António Variações, Sérgio Godinho e – Samuel Úria. Sim, isso mesmo. E não, não é nenhum “por exemplo”.

Esta música não tem medo de atacar o clichê mesmo no meiinho, naquele ponto onde ele é mais sensível. Vira-o, desvira-o, reinventa-o de tal maneira que, quando damos por nós, estamos a olhar-nos ao espelho destes monumentos disfarçados de coisa respigada. Para os alternativos, fica o aviso: não se assustem com o aparato de produção, não há aqui nenhum “compromisso”, nenhuma “cedência”. Pelo contrário, este “Nem Lhe Tocava” (que título do caraças, meu) é objecto perigoso, perigosíssimo. E, para os convencionais, só um recado: ouçam sem preconceitos, sem pressas, com a calma possível, no meio do mundo, e depois vejam que tal. Em verdade vos digo, Samuel Úria é tão bom que devia ser proibido. Ele compõe, escreve, toca, canta, teatra, arranja, dispara mais rápido que qualquer sombra, faz tanto e tudo bem. Mais que bem, brilhantemente, incrivelmente, genialmente, despretensiosamente. Mas, pois, não me puxem pelo advérbio.

http://www.myspace.com/samueluria

sábado, 30 de janeiro de 2010

Mina is dead – introdução

Mina is dead é uma versão deferente da história de amor entre Drácula e Mina escrita originalmente por Bram Stoker.

Esta ideia surgiu séculos atrás após a perda de um grande amor pela parte do vampiro InLove4Mina o que levou ao título “Mina is dead”.

A história remota ate ao século 16 para um pais cujo nome é desconhecido, há quem diga que apenas existiu na cabeça do pobre vampiro, que ele inventou todo só para poder viver entre os humanos, outros ainda afirmam que Mina esta viva e que ele escreveu esta historia apenas para lhe dizer que ainda a ama.

As teorias são infinitas por isso não percam próximo sábado o primeiro capitulo desta apaixonante historia.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Mina is dead

Mina is dead é o meu novo projecto que vai ter lugar aqui todos os sábados a partir deste, consiste em contar a história da Mina em pequenos contos, passem aqui sábado que vai valer a pena prometo.